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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

AUDIODESCRIÇÃO E DESCRIÇÃO








A audiodescrição segundo o livro Audiodescrição: Transformando Imagens em Palavras de Lívia Maria Villela de Mello Motta e Paulo Romeu Filho é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como: peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança; eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como aulas, seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora. É uma atividade de mediação linguística, uma modalidade de tradução intersemiótica, que transforma o visual em verbal, abrindo possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a inclusão cultural, social e escolar. Além das pessoas com deficiência visual, a audiodescrição amplia também o entendimento de  pessoas com deficiência intelectual, idosos e disléxicos.


Veja um exemplo de como você pode descrever as tirinhas para os alunos cegos ou com baixa visão:

Fonte:http://clubedamafalda.blogspot.com/


Legenda: tira cômica, sem título, com a personagem argentina Mafalda, do cartunista Quino. 


Descrição: a tirinha colorida, com 4 quadros, mostra Mafalda, uma menininha de aproximadamente 7 anos, com blusa vermelha de gola branca, laço vermelho no cabelo preto com franja, lendo um livro, que está sobre uma mesa redonda. Suas falas estão dentro de balões.


Q1: Mafalda debruçada sobre o livro, com a mão segurando o rosto, lê: Ema vê a mesa da sala de estar.


Q2: Mafalda vira-se para o lado e pergunta: Mamãe, o que é sala de estar?


Q3: Sentada à mesa, com as mãos sobre o livro, ela escuta a resposta: É living. Ela responde: Ah, bom!

Q4: Mafalda, com a testa franzida e debruçada sobre o livro e a mão segurando o rosto, reclama: Afinal, por que eles não escrevem esses livros na língua da gente?


Vale a pena ouvir a história "O Girassolzinho"  a audiodescrição e muito envolvente.
   

Referências 


  BRASIL. Nota Técnica, Nº 21. Orientações para descrição de imagem na geração de material digital acessível - Mecdaisy. MEC/SECADI/DPEE, 2012. http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=10538&Itemid=. por luzivete viana - adaptado por Blog da Audiodescrição.



MOTTA, L.M.V. A Audiodescrição vai à Ópera. In MOTTA, L.M.V. e ROMEU FILHO, P. (orgs): Audiodescrição: Transformando Imagens em Palavras. Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, 2010.






domingo, 20 de outubro de 2013

Os Benefícios do jogo



  •   Benefício físico: satisfaz as necessidades de crescimento da criança, desenvolve as habilidades motoras e expressão corporal...

  •   Benefícios cognitivos: contribui para a desinibição, produzindo uma excitação intelectual altamente estimulante, desenvolve habilidades perceptuais, como atenção, desenvolve habilidades de memória, dentre outras.

  •   Benefícios sociais: representa situações que simbolizam uma realidade que ainda não pode alcançar e aprendem a interagir com as pessoas, compartilhando, cedendo às vontades dos colegas, recebendo e dispensando atenção, aprendem a respeitar e a serem respeitadas. Favorece a inclusão de todos.

  •   Benefício pedagógico: promovem situações em que as crianças aprendem conceitos, atitudes e desenvolvem habilidades diversas, integrando aspectos cognitivos, sociais e físicos.

Tais benefícios devem ser bem planejados o jogar como recurso pedagógico não deve ser solto deve ser intencional. O jogo é uma ferramenta importante para o professor do Atendimento Educacional Especializado para avaliar o processo de aprendizagem e a oralidade do aluno de forma prazerosa, através de atividades lúdicas avaliando o uso de estratégias metacognitivas, da memória, da atenção, da capacidade, de transferir aprendizagem para novos contextos, bem como sua motivação em situações desafiantes. Abaixo sugiro uma jogo de sequência lógica. 


      Sequência Lógica








A sequência lógica mostra uma série de imagens na qual o aluno as organiza as partes com o objetivo de narrar uma história com começo, meio e fim. Com ela as crianças são incentivadas a desenvolver a linguagem verbal, a dramatização, estimulando a elaboração de frases e textos, a percepção, a interação, imaginação e criatividade.


“ A imitação e o jogo simbólico favorecem o desenvolvimento das estruturas intelectuais em alunos com deficiência intelectual”(FIGUEIREDO & POULIN,2008, p.251).

Referência
Gomes, Adriana Leite Lima Verde.
A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: o atendimento educacional para alunos com deficiência intelectual/ Adriana Leite Lima Verde Gomes, Jean-Robert Poulin, Rita Vieira de Figueiredo. – Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial ; [Fortaleza] : Universidade Federal do Ceará, 2010.
            v. 2. (Coleção A educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar).
O Aluno com Deficiência Intelectual: Funcionamento cognitivo e estratégias de avaliação/ Jean-Robert Poulin, Rita Vieira de Figueiredo, Adriana Leite Lima Verde Gomes. Revisão: Ana Maria Faccioli Camargo.
Brasil. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional. Pacto nacional pela alfabetização na idade certa: ludicidade  na sala de aula. Unidade 4.











domingo, 8 de setembro de 2013

A importância dos Recursos Pedagógicos e as Tecnologias Assistivas.

No Brasil, o Comitê de Ajudas Técnicas - CAT, instituído pela PORTARIA N° 142, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2006 propõe o seguinte conceito para a tecnologia assistiva: "Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" (ATA VII - Comitê de Ajudas Técnicas (CAT) - Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE) - Secretaria Especial dos Direitos Humanos - Presidência da Repúblic. 
O serviço de tecnologia assistiva na escola tem por objetivo prover e orientar a utilização de recursos e/ou práticas que ampliem habilidades dos alunos com deficiência, favorecendo a participação nos desafios educacionais. A tecnologia assistiva pode ser um recurso facilitador, um instrumento ou utensílio que especificamente contribui no desempenho nas tarefas necessárias e/ou desejadas e que fazem parte dos desafios do cotidiano escolar. O serviço de tecnologia assistiva na educação, portanto, possui perfil propositivo e busca resolver as dificuldades dos alunos, encontrando alternativas para que eles participem e atuem positivamente nas várias atividades propostas no currículo comum.
 Fazer TA na escola é buscar, com criatividade, uma alternativa para que o aluno realize o que deseja ou precisa. É encontrar uma estratégia para que ele possa "fazer" de outro jeito,  valorizar o seu jeito de fazer e aumentar suas capacidades de ação e interação, a partir de suas habilidades, conhecer e criar novas alternativas para a comunicação, mobilidade, escrita, leitura, brincadeiras, artes, utilização de materiais escolares e pedagógicos, exploração e produção de temas através do computador etc, envolver o aluno ativamente, desafiando-o a experimentar e conhecer, permitindo assim que construa individual e coletivamente novos conhecimentos, retirar do aluno o papel de espectador e atribuir-lhe a função de ator. (BERSCH, 2006). 
A Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento e de atuação que desenvolve serviços, recursos e estratégias que auxiliam na resolução de dificuldades funcionais das pessoas com deficiência na realização de suas tarefas. Segue abaixo sugestões de recursos pedagógicos acessíveis e de comunicação aumentativa e alternativa. 

 DOMINÓ DAS CORES

 Descrição

Este material é feito em madeira, medindo 4 cm de comprimento, 9 cm de largura e 1 cm de espessura. Cada peça possui duas cores. A pintura é feita com tinta lavável. 

Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.

 Facilita a nomeação das cores, a discriminação visual e a correspondência uma a um. As peças ampliadas permitem melhor manuseio aos alunos com dificuldade de preensão. O material pode ser higienizado devido a tinta lavável. 

 DOMINÓ DE QUANTIDADES, EM RELEVO

 Auxilia na discriminação visual das quantidades. Sua espessura foi aumentada para que as crianças que possuem preensão prejudicada possam manuseá-lo. A identificação da quantidade, em feltro, permite utilizar a sensibilidade tátil–sinestésica. A cor vermelha sobre o marrom permite um bom contraste visual. 

Adaptação: Elaine Cristina de Moraes 


Descrição

 Dominó de madeira, medindo 9 cm de comprimento, 4 cm de largura e 0,5 cm de espessura. A identificação da quantidade é feita com feltro vermelho. 

 DOMINÓ DE TEXTURAS

 Permite o desenvolvimento da discriminação visual de padrões e discriminação tátil, requisitos importantes para alunos que tenham alterações sensoriais e dificuldades para discriminar, perceptualmente, estímulos visuais. Pode ser utilizado para viabilizar a alfabetização, que exige discriminação apurada de símbolos na forma gráfica. 

Adaptação: Alessandra Cristina Gazeta de França

 Descrição

 Confeccionado em madeira com aplicação de diferentes tecidos: lã, veludo, malha, brim e seda. DOMINÓ DE QUANTIDADES E NUMERAIS EM RELEVO Permite o desenvolvimento da discriminação visual e discriminação tátil. Auxilia no desenvolvimento da relação entre quantidade e numeral.


Adaptação: Cláudia Cristina da Silva 

Descrição


 Dominó confeccionado em madeira com aplicação de material emborrachado (E V A). RÉGUA DE MADEIRA ADAPTADA Facilita o uso da régua ao aluno que possui dificuldade de preensão. 


Adaptação: Denise Amoroso de Lima 

Descrição

 O recurso é composto por uma régua de madeira comum com um suporte, também de madeira, colado bem ao meio para facilitar à preensão da criança. 

 CORRESPONDÊNCIA

 Facilita trabalhar conteúdos de matemática principalmente conceitos como mais/menos, igual/ maior/menor que são base para a aquisição de outros conhecimentos. É uma didática utilizada com alunos que têm paralisia cerebral do tipo atetóide ou misto e em alguns casos espástico. 


Fonte: Sala de Estudo, Centro de Reabilitação e Prevenção de Deficiências Obras Sociais Imã Dulce, Salvador, Bahia. 

Descrição

 1) O aluno com deficiência física precisa de mais espaço. O chão é uma grande página que aceita e possibilita um “cem número”de aprendizagens.

 2) O trabalho no chão facilita ao aluno executar os exercícios propostos no livro didático. 

3) Usamos tinta guache, cordão, fita adesiva.

 PESCARIA

Trabalha a sensibilidade sinestésica e a coordenação viso-motora.

Confeccionado para auxiliar alunos e crianças com deficiência física que ainda não conseguem fazer a “pesca” por meio de ganchos e, dessa forma, cria a oportunidade para participação em brincadeiras, em gincanas ou em festas juninas. Auxilia em movimentos de extensão e flexão de membros superiores. As ilustrações e os nomes escritos nos peixes podem ser utilizados para a leitura.

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Adaptação: Regina Ayako Ohno 

 Descrição

 O recurso é constituído de uma caixa de madeira com canaletas, onde os peixes são colocados na posição “em pé”. Cada peixe possui um nome com ilustração. A vara de pescar pode ser feita de madeira ou bambu e revestida em veludo ou lixa. Para pescar, a criança deverá grudar o imã (que fica na ponta da vara) no peixe.

 CADERNO DE MADEIRA

 Auxilia na coordenação viso-motora, na noção de parágrafo, espaço delimitado e na sequênciação. É um recurso que também pode ser utilizado na alfabetização, por alunos que não possuem a coordenação motora fina para trabalhar com lápis e papel. Facilita os movimentos de flexão e extensão de braços, podendo ser utilizado na posição em pé, inclinada ou deitada sobre a carteira. 


Adaptação: Material advindo da Cenp – SP. 

 Descrição

Caderno confeccionado em madeira resistente, medindo 40 cm de largura por 60 cm comprimento. Contém canaletas que representam as linhas do caderno. O espaço entre as canaletas pode ser variável dependendo da necessidade de cada aluno. O caderno é acompanhado por um abecedário de madeira possuindo letras maiúsculas de um lado (escritas em azul) e minúsculas do outro(escritas em vermelho). 

 CADERNO DE ELÁSTICO

 Proporciona ao aluno, que possui movimentos involuntários, a escrita entre pautas, sendo indicado para o portador de paralisia cerebral do tipo atetóide. As linhas feitas com elástico auxiliam e seguram os movimentos involuntários da mão do aluno ao utilizar lápis ou giz de cera sobre o papel. 


Adaptação: Eduardo José Manzini e Elaine Cristina de Moraes. 

 Descrição

Caderno confeccionado em madeira, possuindo furos nas duas laterais por onde é passado um elástico de um lado a outro, formando as linhas. 

 QUADRO AGARRADINHO

Disponibiliza para o aluno uma alternativa de comunicação. Foi confeccionado para um aluno que não falava e estava em processo de alfabetização. Esse material tem sido utilizado por outros alunos com paralisia cerebral, em fase escolar. 

Adaptação: Miralva Santos Barreto e Maria Carmen Fidalgo Santos

 Descrição

 O Recurso é confeccionado com lâmina de compensado, forrado com placas de espuma fina e encapado com tecido emborrachado. Uma faixa de velcron permite grudar saquinhos cheios de areia ou arroz. Nesses saquinhos são colados numerais, letras ou formas geométricas. O quadro mede 70 cm de comprimento por 50 cm de largura. Esse tamanho pode ser ajustável à necessidade do aluno. 

SUPORTE PARA LÁPIS 

 Possibilita uma melhor preensão, caso o aluno demande vontade e/ou possibilidade para usar o lápis. O tamanho da haste do tubo foi confeccionado para atender a necessidade do aluno. Este recurso facilita a escrita do aluno com paralisia cerebral. 


Adaptação: Maria Carmen Fidalgo Santos 

 Descrição

O recurso foi confeccionado com um tubo de PVC, uma rolha de cortiça e lápis comum ou de cera.

CARTÕES DE COMUNICAÇÃO

Os cartões de comunicação são confeccionados com vocabulários variados e devem estar à disposição do usuário e dos parceiros de comunicação. 




Referências

 Fonte : BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Material pedagógico: manual de utilização. Rio de Janeiro: MEC / CENESP / FENAME / APAE de São Paulo, 1980. Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília .SP. 
Sartoretto, Marta Lúcia. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa e alternativa/ Mara Lúcia Sartoretto, Rita de Cássia Reckziegel Bersch. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010. Volume 6.
 http://www.assistiva.com.br/tassistiva.html#topo 
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/rec_adaptados.pdf

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O Atendimento Educacional Especializado



Mediante estudo realizado aprendi que o professor do Atendimento Educacional Especializado na escola e na Sala de Recursos Multifuncional deve integrar o Atendimento Educacional Especializado a Proposta da Pedagógica da escola, envolver a família em articulação com as políticas públicas de inclusão. Onde a  Proposta Pedagógica da escola de ensino regular deve institucionalizar a oferta do Atendimento Educacional Especializado prevendo a sua organização como: a)sala de recursos multifuncionais: espaço físico, mobiliário, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos; b) matrícula no Atendimento Educacional Especializado de alunos matriculados no ensino regular da própria escola ou de outra escola; c) Cronograma de atendimento aos alunos; d)plano do Atendimento Educacional Especializado: identificação das necessidades educacionais específicas dos alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas;  e) professores para o exercício da docência do Atendimento Educacional Especializado; f) outros profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais, guia-intérprete e outros que atuem no apoio, principalmente às atividades de alimentação, higiene e locomoção; g) Redes de apoio no âmbito da atuação profissional, da formação, do desenvolvimento da pesquisa, do acesso.
Percebi que o estudo de caso é muito importante para os professores que atuam na Sala de Recursos Multifuncional, pois é conhecendo o meio no qual o aluno vive e ouvindo a família, a escola, a professora do ensino regular e colegas, podemos identificar o problema e sua origem, através dos dados coletados realiza-se uma analise do conjunto de informações coletadas onde o professor estuda o que provoca a situação problema vivenciado pelo aluno, levanta hipóteses sobre a natureza do problema. Após a construção de uma hipótese explicativa, o professor começa o processo de solução do problema. Elaborando um plano de ação para favorecer a aprendizagem e a interação do aluno na sala de aula e em sua vida prática.  
O plano do Atendimento Educacional Especializado contribui para a aprendizagem e desenvolvimento do aluno atendido na Sala de Recursos Multifuncionais, pois define de maneira precisa os objetivos a serem alcançados tanto na sala de recursos multifuncionais quanto na sala de aula, ele propõe ações em parcerias com o professor da sala de aula e planeja atividades a serem executadas desenvolvidas na sala de recursos multifuncional, também estabelece o período para o desenvolvimento do plano e os resultados esperados. O professor deve sempre reavaliar o plano de Atendimento Educacional Especializado, e verificar se esta alcançando os objetivos propostos em seu plano. Quando necessário realizar adequações necessárias para que o aluno tenha êxito não só em seu processo de aprendizagem mas, para que adquira autonomia e independência.